Naquela manhã, o meu marido atirou o meu saco para a neve e gritou: “Aqui nem um prego te pertence. Estás despedida. Desaparece!” Fiquei sozinha, sem casa e sem um tostão, a chorar num banco…
O vento gelado cortava-me o rosto, mas eu mal o sentia. Jonas estava junto ao porta-bagagens aberto do seu enorme jipe preto, com o rosto desfigurado pela raiva. Tirou o meu saco de desporto, a única coisa que me deixaram levar, e atirou-o com toda a força para a neve suja. «Apanha os teus trapos», … Read more